Agosto passou que a gente nem sentiu, né? Eu pelo menos não senti. Entre obrigações do trabalho e cobranças familiares (um sobrecarrego só), agosto passou como em nenhum outro ano. Veloz. Ligeiro. Não cumpri nada do que eu tinha planejado e nem tinha planejado muita coisa, a procrastinação é uma característica perigosíssima. Não tenham. De fato, passei batido. Quando eu via já era sexta. Eu piscava já estava me arrumando na segunda para ir trabalhar. Um aperreio só. Não é saudável e nem recomendo. Aliás, depois que comecei nessa empresa as vezes que fico doente no ano aumentaram muito. Vivo com sintomas aqui e ali. Não está fácil.
Então vamos a um resumo do que aconteceu até aqui nesse mês de agosto: vi Divino Amor (achei ok); fiz tatuagens novas; assisti O Rei Leão; comecei exercícios físicos em casa mesmo, tomei banho de chuva, superei boy lixo, me rendi ao disco novo da Taylor Swift, ganhei calos nas mãos por limpar o jardim aqui de casa, ganhei uma certa confiança em mim mesmo (seguimos construindo).
Talvez o mês tenha sido sim de realizações e de “coisas feitas”, mas nenhuma delas tenha sido online. Várias conquistas na vida, no mundo concreto. Com certeza ainda tenho muita coisa a melhorar, a aprender e construir, mas agosto teve o seu lado produtivo. E se alguma vez pensei que não tinha feito nada além de acordar cedo e trabalhar, talvez eu tenha conquistado muito mais coisas do que mais uma ou duas postagens por semana.
Comecei a escrever este texto meio frustrado e em poucas linhas mudei de pensamento. “Não cumpri uma meta que eu havia colocado para mim mesmo”, pensei. Porém, pensem, não foi uma meta frustrada de fato. Eu fiz coisas. Várias por semanas. Viva!
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